terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"Ela está fixe, mas isto é um B."



  A notícia é breve mas apresenta a essência da nova publicidade da Federação Portuguesa das Associações de Surdos. Criada pela agência de publicidade YoungAD intitula-se " YoungAD lembra que os surdos também falam português" e coloca o leitor em reflexão sobre a forma como os surdos são vistos e tratados na sociedade.
  Em http://vimeo.com/37538004 é possível visionar o filme publicitário que acompanha esta campanha e nos transporta para uma realidade que passa ao lado de grande parte da população mundial.
"Ela está fixe, mas isto é um B" é um autêntico slogan "abre-olhos". Quem olha percebe imediatamente o sinal que ela está a fazer, mas poucos conhecem a sua verdadeira interpretação. E aí se coloca a questão: Será assim que vemos as pessoas surdas que todos os dias passam por nós? Isto é, não vemos, porque só olhamos e esquecemos de perceber.
  Um dos problemas inerentes a esta observação é o facto de que cada individuo no seu dia-a-dia, raramente, olha para o próximo e vê. A primeira impressão regista uma reduzida e frágil realidade do indivíduo que se observa, mas é nesta que, em grande parte, a sociedade se baseia. O surdo é, muitas vezes, dificilmente notado, pois não possui uma deficiência que se detecte ao primeiro olhar; é necessário procurar ver. E quando se vê, que reacção podemos ter? Há quem faça gestos, quem escreva ou até mesmo quem fale mais alto, mas poucos podem responder à altura, ou seja, através de linguagem gestual. 
  A questão sobre a qual esta campanha se foca é o défice de formação em língua gestual verificado em todo o Mundo. Não existe, por parte dos governos, a preocupação em fomentar o ensino de linguagem gestual nas escolas, de sensibilizar a população para a importância deste tipo de linguagem e de mostrar, nomeadamente aos mais jovens, que esta é uma realidade que poucos vêem. 
  Não estará na hora de acordar mentalidades para a necessidade de adquirir a linguagem gestual tal como se aprende outra língua estrangeira? Porque existe, denomina-se Língua Gestual Portuguesa e merece ser leccionada em escolas tal como a Língua Portuguesa.
  Ao ser implementado o ensino desta língua nas escolas tal não contribuiria só para a maior inserção social dos surdos, mas também facilitaria o acesso à formação em língua gestual por parte de quem procura esta aprendizagem.
  Somos uma sociedade moderna que ainda diminui minorias. Em pequenas tentativas se mostram as injustiças deste Mundo, mas será que os olhares que lhes assentam são suficientes para mudar o Mundo?

Por: FM

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Nós, portugueses, somos mansos!


Texto escrito por MF.

Caro leitor, antes de ler, semicerre os olhos, franza o sebrolho, arreganhe um bocado os dentes, odeie o que vai ler. Pense no seu chefe se isso o ajuda a estar irritado, pense que o seu clube perdeu, pense que a crise veio para ficar e que o Zé Castelo Branco é um homem! Sinta o calor a subir pela espinha, aquela vontade de partir qualquer coisa (atenção: não parta nada pois o autor deste texto, eu, não se responsabiliza por nada do que aconteça desse lado do monitor) e grite com toda a gente, ofenda a primeira pessoa que lhe apareça à frente! Revolte-se!!!
Entrei no outro dia num café para beber uma bica e lá estavam três reformados a ler o Correio da Manhã e a falar sobre a Troika. Entre um saudoso “se fosse no nosso tempo” e um humilde “se eu não tivesse à rasca das costas ia lá tratar-lhes da saúde”, aquela mesa definhava o rumo de Portugal. A sério, acreditem no que vos escrevo. Por azar não consegui descobrir o plano para tirar o país da crise pois chegou um novo parceiro, salvo seja, e lançaram-se ao jogo do IKEA (a sueca... mas que bela piada que eu me lembrei). O futuro do país, afinal, pode esperar.
Nós, portugueses, somos mansos como a tia do Francisco Louçã (n.d.MF. Frase proferida por José Sócrates em Abril de 2010). É a verdade. Somos tão mansos que até a nossa grande revolução foi feita sem violência e com cravos à mistura. Uma manifestação portuguesa é um ajuntamento de desocupados com a companhia do senhor que vende o Borda d'Água. Que país é este? Foram os antepassados destes mansos que expulsaram os romanos da Península Ibérica? Que seguiram um minorca de 1,40m e o ajudaram a bater na mãe? Que viram uma mulher com um pau enfiar uma remessa de espanhóis num forno de lenha? Que se lançaram ao mar em cascas de nozes e descobriram os Açores, a Madeira ou o Brasil? Que, mesmo com o rei a fugir para o Brasil, afinfaram três coças ao Napoleão? Que foram pioneiros a abolir a pena de morte? Que nunca se encolheram perante as ameaças forasteiras e controlaram grande parte do mundo ocidental? Que país é este? Que país é este que se deixa governar por um bando de engravatados num ajuntamento de nome russo? Que país é este que se esqueceu de que país é?
Sou contra a violência, ou, por outras palavras, sou um medricas. E, como tal, imagino o que o poder das palavras e dos gestos podem proporcionar. Imagino, como seria Portugal se fosse dirigido por um não-político. Como seria Portugal se tivesse um líder como o Mourinho no poder? Ou um dirigente como Pinto da Costa? Ou um estratega como Carlos Coelho? Ou um investigador como Vasco Mantas? Ou uma empresária como Sandra Correia? Serei eu tão parvo porque vejo em Portugal tanta riqueza? D. Afonso Henriques fundou uma nação rica e D. Sancho I teve a ousadia de conquistar o Algarve. Tanta riqueza que eu vejo. O clima, as magníficas praias, os terrenos férteis, a gastronomia, a riqueza que os nossos antepassados nos deixaram como o Mosteiro dos Jerónimos ou o Convento de Mafra. A sardinha e a feijoada à transmontana, a pêra rocha e a batata doce, o perceve e a azeitona, o moscatel e o vinho do Porto, a cortiça e o corridinho, a telha e a chaminé do Algarve, a cerâmica e o galo de Barcelos, o tapete de Arraiolos e a guitarra portuguesa. 




O Eça de Queirós, o Saramago, o Vasco da Gama, o Marquês de Pombal, o Luís de Camões, o Aristídes de Sousa Mendes, o Fernando Pessoa, a Amália, o Zeca Afonso, o Manoel de Oliveira, o António Champalimaud, o Gil Vicente, a Sophia de Mello Breyner, o Egas Moniz. O Eusébio, o Pedro Flores, o Tony Carreira, o Herman José, o José Cid, a Mariza, a Paula Rego. E podia continuar mas acho que o leitor já percebeu a minha ideia. Somos mais pequenos? Somos mais burros? Somos mais preguiçosos? Somos menos lutadores? Eu, na minha inocência e parca sabedoria, respondo que não e não tenho medo de ser chamado à prova oral!
Agora, que calculo ter prendido a atenção do leitor, deixo para trás as perguntas retóricas e questiono o leitor à séria: Que raio de país é este? Não é a gritar na rua que vamos sair da crise (que me desculpe o camarada Jerónimo que continua a discursar em manifestações), não é a chamar nomes ao político que abre o noticiário das 8, não é a “conspirar” no café, não é a bater na mulher porque não temos dinheiro para pagar a TDT. É preciso ir à luta. Consumir o que é português, produzir e exportar o que temos de bom, convencer os estrangeiros a vir cá gastar os seus trocados e criar condições para que os nossos médicos, os nossos cientistas, os nossos gestores, os nossos empresários e todos os cérebros da nação não nos abandonem porque somos mansos.

PS: para quem encontrou nomes desconhecidos neste texto - vá ao motor de busca Sapo, que é português e terá todo o prazer em lhe dar a conhecer algumas mentes brilhantes deste país.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

De bestial a besta em seis meses


Vi agora as declarações de Oceano, ex-capitão do Sporting e internacional português, à Rádio Renascença. Para quem não ouviu ou leu, fica aqui, a título de curiosidade. Pois bem, o que eu gravei desta entrevista foi: “Não é em seis meses que o Domingos deixa de ser bom treinador“. E tem toda a razão, digo mais, concordo e apoio as palavras do Oceano.

E o que é dito para Domingos também serve, ou devia servir, para André Villas-Boas. Ora, no final da época passada eu tinha deixado os meus elogios a Domingos Paciência e a André Villas-Boas, na altura num outro blog. Tinha, aliás, colocado os dois jovens treinadores no lote de melhores treinadores portugueses, ao lado de Jorge Jesus e do mister Paulo Bento e um pouco abaixo de José Mourinho. E aqui abro um parentêsis para pedir perdão aos não mencionados (que me perdoem o professor Jesulado Ferreira ou o estudioso Manuel Machado ou o “mestre” Ilídio Vale ou até as revelações Leonardo Jardim, Rui Vitória e Rui Bento). Contudo, os cinco portugueses que mais cartas dão no futebol, na minha opinião, são eles. Pela postura, pela confiança, pela irreverência, pelo que dizem, pelo que fazem, pela forma como o fazem, são “especiais”, cada um à sua maneira mas todos “especiais”.

Seguindo até Inglaterra antes de voltar ao Domingos. André Villas-Boas perdeu, ontem, a oportunidade de dar mostras do seu valor e do valor dos seus jogadores. O Chelsea fez um grande jogo frente ao campeão inglês. Após o golo, tomaram conta da partida e chegaram ao 3-0 sem grandes espigas. No momento do 3-0 o Mundo pôs os olhos em Villas-Boas. O “Special Two” estava de volta, o Chelsea estava de volta, os 15 milhões no treinador e até os 58 milhões pelo Fernando Torres começavam a fazer sentido (não marcou mas assistiu e deu algum trabalho à defensiva do United). Se o jogo tivesse acabado no momento do golo de David Luiz, o treinador português seria de novo um dos melhores do Mundo. Porém, não acabou e os reds conseguiram chegar ao empate. Em noventa minutos Villas-Boas passou de besta a bestial e voltou a besta. É aborrecido. Talvez o seu maior erro tenha sido chegar a Terras de Sua Majestade e apontar objectivos muito elevados. Eu continuo a ser adepto do “Special Two”. Merece crédito por ter feito do FC Porto vencedor da Liga Europa e campeão nacional sem derrotas. O FCP é sempre candidato ao título e uma equipa com historial nas competições europeias? Sim. Mas quantos ganharam 4 troféus na primeira época de um clube que no ano anterior tinha apenas uma Taça de Portugal? Independentemente de tudo, o rapaz teve um papel muito importante na época perfeita dos dragões. E Vítor Pereira que o diga...

Agora sim, Domingos, Paciência. O ex-avançado do FC Porto e ex-treinador do SC Braga chegou ao Sporting qual D. Sebastião envolto em nevoeiro, que pode até vir a ser o nevoeiro da Choupana caso vençam na quarta o Nacional. E só posso dizer uma coisa, Domingos é um grande treinador e está a fazer um trabalho impecável. Que venham os saudosos pedir o regresso do Paulo Bento ou até do Boloni, o melhor treinador que o Sporting pode pedir é o que já foi escolhido por Godinho Lopes. Pequenos pormenores são rapidamente esquecidos, como a limpeza de balneário ou a reformulação táctica. Domingos renovou o Sporting e o certo é que Alvalade está com uma média de espectadores muito elevada em relação às últimas épocas, e os adeptos voltaram a gritar em Alvalade e a apoiar a equipa até ao último minuto. O Sporting foi, durante cerca de dois meses, a equipa a praticar melhor futebol em Portugal. Isso já poucos se lembram. O que está fresquinho é o início do ano com apenas uma vitória e o “caso” Bojinov. Depois de todas as piadas feitas em redor do nome do treinador e dos lenços brancos em Alvalade, para mim o correcto seria “Domingos, Paciência”, que se estiveres aí na próxima época, teremos os leões a lutar pelo título porque encarar Benfica e Porto nos olhos, já o fazem.

MF

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Na feira de tecnologias tudo é possível...


A maior feira de electrónica de consumo decorreu no passado mês de Janeiro em Las Vegas. A Consumer Electronic Show, como é mais conhecida, apresenta todos os anos as últimas tendências e as novidades no que toca a gadgets. Uma feira ousada, onde os consumidores sonham com portáteis com a grossura de uma folha de papel ou com carros apetrechados com facebook… há para todos os gostos.

Há dois anos prometeram smartbooks, e a Apple no mesmo ano superou expectativas ao apresentar o iPad, ultrapassando o prometido pela CES. Os smartphones foram esquecidos, e todas as marcas começaram a produzir tablets.

Este ano, a última novidade são os ultrabooks, e toda a gente quer saber o que são estes ultrabooks… muito simples, são portáteis super finos e leves, mas com ecrãs de dimensões grandes e com uma capacidade técnica que tanto dá para trabalho, como para lazer. Outra novidade apresentada é o acesso ao Google a partir da televisão, a Google TV que está presente nas marcas Sony, Samsung e LG. Para que os utilizadores possam aproveitar todas as funcionalidades, esta tecnologia vem acompanhada de um teclado qwerty. Pode ser algo já comprado com o televisor um ou serviço adquirido à parte.

Quem é que não gostava que o seu carro tivesse uma ligação à internet, com uma aplicação do Facebook? A Mercedes e a Ford aliaram-se à CES e apresentaram os seus novos modelos. Mas não pense que pode conduzir e actualizar o seu mural ao mesmo tempo, pois todas as funcionalidades de texto são automaticamente desactivadas quando o carro se encontra em movimento. 

Agora resta-nos esperar para ver se todas as perspectivas vão ser cumpridas durante o ano de 2011 ou se vão ser ultrapassadas (esperamos que sejam!!!)

Por: NS

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

E se te perguntassem uma cena diferente?


Hoje li esta bela notícia. E pretendo, seriamente, encontrar a revista para descobrir se saiu em tamanho alargado. O título é “Entrevista de emprego: as perguntas preferidas”.

www.hrportugal.pt

A situação do país, e do mundo, leva a que seja preciso ser diferente, em tudo. A palavra do dia é proactividade e a acção preferida é inovação. É o que as empresas pedem, enquanto chefes, enquanto clientes, enquanto empresas. O mercado de trabalho é exigente e os processos repetidos, as rotinas e as respostas feitas não conseguem singrar mais. É um facto, que não consigo apontar nenhum estudo que o comprove, contudo, tenho plena consciência do que estou a dizer e afirmo sem receios: Proactividade e Inovação são as palavras de ordem. Haja “cojones” para as gritar bem alto sem medo que a vizinha de cima chame a polícia! Quem se rege por manuais orientadores que nos dizem para fazer isto ou aquilo porque é o caminho, irão acabar por se dar mal. O leiteiro que todos os dias segue o mesmo percurso irá atrapalhar-se quando encontrar uma rua cortada, o operador de máquinas que está habituado à sua retroscavadora terá problemas quando tiver de utilizar uma mais nova e moderna, o jogador de futebol que faz sempre a mesma finta irá ficar sem soluções quando o adversário descrobir o seu movimento, o publicitário que segue sempre as mesmas linhas de pensamento terá problemas quando a mesma empresa lhe pedir outro trabalho que seja diferente, o padre que diz sempre o sermão da mesma forma irá perder fiéis à medida que eles vão decorando a missa. Nas várias profissões que referi, a falta de proactividade e inovação, criam problemas aos trabalhadores. Experimentem aplicar noutras profissões, noutras funções, noutras áreas. Garanto-vos, leitores bonitos, este raciocício é tão ou mais acertado que aquelas imagens virais das redes sociais que nos dizem que 11111 x 11111 = 123454321.

E com isto chego ao meu mundo: a comunicação. Ora, todos nós comunicamos. Olha, outro facto! Comunicamos com os nossos amigos, com os nossos colegas, com os nossos professores, com os nossos alunos, com os nossos patrões, com os nossos empregados, com o senhor do talho, com o taxista, com aquela rapariga gira com quem nos cruzamos no supermercado e nem chegamos a meter conversa, com o polícia que entretanto foi chamado pela vizinha de cima. Sobre o que comunicamos? Sobre tudo... e sobre nada. E esta teoria da relatividade é outro facto! Three in a row, I'm on fire! Big cojones my friends, very big cojones! Não vou analisar a comunicação verbal e não verbal pois faltei a essa aula de psicologia e prefiro não aprofundar algo que desconheço. Ora, um comunicador pode pensar que sabe comunicar ou que descobriu um método infalível, por muito que pense que essa fórmula é mágica, irá ter um desgosto quando descobrir que não é. Por várias razões, porém, eu aponto a que para mim é a mais óbvia: a audiência, a pessoa ou pessoas com quem comunicamos. Todas as pessoas são diferentes, excepto os homens que, para as mulheres, são todos iguais. E, como tal, é preciso comunicar de forma diferente. Um tom de voz, um olhar, um gesto, podem ser interpretados de forma diferente, variando consoante o comunicador e a audiência. Assim, lentamente, chego ao ponto principal deste parágrafo: para saber comunicar é preciso proactividade e inovação. No modo como interagimos com diferentes audiências e como alteramos o nosso discurso (comunicação verbal) e a nossa postura (comunicação não verbal) conforme as reacções da mesma. Também é preciso ter ambição, confiança e atitude mas isso ficará para mais tarde.

Já me ia esquecendo, entrevistas de emprego. Para dizer a verdade, apenas fui entrevistado cinco vezes. No entanto, as cinco entrevistas foram diferentes. Porque os trabalhos eram diferentes, porque as empresas eram diferentes, porque os entrevistadores eram diferentes. Já tinha ouvido muitas histórias de cenas maradas que podiam perguntar ou perguntas-padrão. Como eu sou teimoso e preguiçoso, nunca me preparei para as entrevistas, deixei-me levar pelo momento. Fazendo a retrospectiva, devo-me ter saído bem porque consegui 80% dos trabalhos. Na maioria das vezes fui confrontado com o procedimento padrão: falar sobre nós, sobre a nossa experiência e porque nos achamos capacitados para tal função. Tudo certo, é o suficiente para ficar a conhecer bem o perfil do entrevistado. Mas (há sempre um “mas”) sou a favor da proactividade e da inovação. Tenho curiosidade em saber como reagiria a perguntas como as que surgem no texto original que motivou o meu desabafo. Ou até outras perguntas mais estapafúrdias ou irrisórias. E vocês, como reagiriam à pergunta “Com que personalidade pública se identifica e porquê?”. Comigo, num segundo o meu pensamento iria viajar entre “não posso dizer um cromo qualquer” ou “não posso ser muito convencido” ou “que raio de pergunta?” ou “gostava de ser o Bill Gates pela conta bancária, o Brad Pitt pela aparência ou o Son Goku pelos super poderes”. E todas estas respostas, leitores bonitos, irão dizer algo sobre mim. A resposta correcta? Nenhuma. Que resposta podiam dar, no caso de ser eu o entrevistador? Uma que mostrasse proactividade e inovação.

MF